"Não faz isso, Arroba" – Tchau, canina.

Desde que adotamos a Arroba, uma das coisas que mais falamos para ela foi “Não faz isso!”.

Ela tinha umas manias, como qualquer outro cachorro novinho.

Comia chinelos, sapatos, mordia roupas… Se divertia como dava. E sempre ouvia um “Não faz isso, Arroba!”

Também tinha outras manias comuns, mas entre os humanos. Abria o fogão para pegar o que estava lá dentro. Tentava abrir a geladeira. Abria gavetas, para pegar meias, e mordê-las. Uma canina inteligentíssima. Mas, todas suas atitudes eram seguidas de um “Não-faz-isso!”

Ela aprendeu que cada vez que faz uma coisa bem feita, pode receber algo em troca.

Foi assim, que fez com o “senta”:

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Durante sua estadia em Santos, aproveitou bastante.

Sempre distribuindo suas lambidas generosas.

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Ou tentando.

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Experimentou a tal água de coco.

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Curtiu o visual

Mar

Comeu areia até cansar.

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Escovou os dentes

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Ainda aqui em Santos, descobriu que cheirar álcool, “dava um barato”:

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Minha mãe sempre duvidou desses dons da Arroba. Até o dia em que a Arroba foi morar lá em Pariquera (minha cidade natal).

Primeira atitude, foi dominar uma cama só para ela

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Lá minha mãe aprendeu que a Arroba sabia abrir um fogão perfeitamente. Aprendeu que a arroba conhece a engenharia envolvida no ato de pular muros e janelas. Aprendeu que a Arroba também podia aprender mais coisas, entre elas, abrir um portão com trava.

A Arroba aprendeu a sair diariamente, dar uma volta pelas ruas, e voltar. Só não sabia travar o portão que havia aberto. Senão, seria o “crime perfeito”.

Com tudo isso, minha mãe aprendeu uma coisa fundamental. Dizer para a Arroba “Não fazer isso”.

O pior é que após cada bronca, essa cachorra olhava para a gente e dava um tipo de “sorriso”, como quem dizia: ”Ah, eu tava só brincando”. Era impossível encostar as mãos em um “bicho” como esse.

Todos que a conheceram gostaram muito. De verdade. Era quase humana.

Agora, quem aprendeu fui eu. Se falar para a Arroba “não fazer algo” resolvesse, eu teria dito: “Arroba, não faz isso. E volta. Você é novinha demais para morrer. Sua praga!

Esse foi o primeiro video, gravado no primeiro dia:

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Obrigado, Arroba. Se no “céu dos caninos” tiver wi-fi, eu sei que você vai ler isso. Só não vai atualizar seu Twitter.

About Marcelo Henrique

Um cara rico, bonito e simpático. Psicanalista depressivo, com a ambição de ser um símbolo sexual no meio político ainda em 2010. Tudo que possuo em meu nome, são este blog, meu RG, e acredito que meu CPF. Tenho um cão que é a minha cara (peludo), chamado Dark. Mas ele não mora comigo por ter uma opinião formada de uma maneira diferente da minha. Formado em um curso a distância (não presencial) ainda nao exerço a função de Físico Nuclear. Nas horas vagas pesquiso sobre como inserir o ponto cruz na sociedade carente. Em breve, atualizarei o perfil (ou não). Agora tenho uma reunião para ver a quantas anda o processo para minha canonização imediata.

Posted on 10/12/2011, in Imagens, Videos and tagged , , . Bookmark the permalink. 2 comentários.

  1. Agora Deus está cuidando dessa bebezinha linda e bagunceira.
    Ela está alegrando o céu.
    Te amo Duxo e te amo Arroba.

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