Caxeiro viajante

Hoje sim, foi um dia atípico.

Foi dia de ir para um treinamento. (Oooohhh!)

Nada mais gostoso e saudável do que acordar as 4 da manhã, ligar o chuveiro e perceber (só quando entra na água), que a resistência está queimada. Ou seja, água fria no “cucuruto”.

Mas serviu para acordar.

Com a pressa, acabei esquecendo de comer. Corri para o ponto de ônibus, quando começou a chover. Mas isto não é um problema para um homem previnido.

Ao abrir o guarda chuvas, percebi que alguns “ferrinhos” estavam quebrados.

Aí sim, fomos surpreendidos novamente!

Mas a maré de azar parou por ai.

Algumas horinhas depois, lá estava eu em uma cidade grande. E desta vez, não me refiro a Pariquera-Açu, mas sim a São Paulo. “Terra da garoa”, “das oportunidades”, e o “coração do Brasil”. Um lu-xo!

O maior número de pessoas estranhas por metro quadrado que eu já vi. E olha que eu já fui pra São Vicente!

A melhor parte do treinamento, sem dúvidas, foi o cafezinho da manhã. Estava realmente bom. Eu gostei, como você gostou, como todo mundo gostou! Este foi o “ápice do bagulho”.

Passadas as horas de treinamento, começa a peregrinação inversa. A volta para casa.

Eu havia tomado o cafezinho de manhã, mas a volta para casa foi só após as 13:00. A barriga roncava e o sono apertava.

Senti uma “pseudo-alegria” quando entrei no metô, e aquela “voz do mal”, anunciou: “Próxima estação, Brigadeiro”.

Fiquei feliz. Me imaginei chegando à tal estação, e saboreando as guloseimas prometidas pela “voz do além”. Mas nada. Passaram-se várias estações, e nada do brigadeiro, nem mesmo uma mísera balinha “sete belo” foi dada.

O segundo (e último) mau entendido, ocorreu quando o metrô chegava à estação Jabaquara.

No momento em que a “Voz” disse: “Jabaquara. Fim da linha”, pensei seriamente em me jogar pela janela. Eu me senti muito jovem, e deveria haver uma saída. Por sorte foi um alarme falso.

O metrô simplesmente parou.

Antes de qualquer outra surpresa ou susto, corri. Corri o mais rápido que pude, até chegar ao cheiroso e aconchegante ônibus.

Paguei R$ 0,45 pelo seguro. Para quem não valia nada, até que eu estou bem valorizado.

Vou dormir. Foi um dia cansativo.

Às pessoas dengosas, boa recuperação.

Boa noite.

About Marcelo Henrique

Um cara rico, bonito e simpático. Psicanalista depressivo, com a ambição de ser um símbolo sexual no meio político ainda em 2010. Tudo que possuo em meu nome, são este blog, meu RG, e acredito que meu CPF. Tenho um cão que é a minha cara (peludo), chamado Dark. Mas ele não mora comigo por ter uma opinião formada de uma maneira diferente da minha. Formado em um curso a distância (não presencial) ainda nao exerço a função de Físico Nuclear. Nas horas vagas pesquiso sobre como inserir o ponto cruz na sociedade carente. Em breve, atualizarei o perfil (ou não). Agora tenho uma reunião para ver a quantas anda o processo para minha canonização imediata.

Posted on 08/04/2010, in Bloco de notas, Papo Cabeça and tagged , , , , , , . Bookmark the permalink. 2 comentários.

  1. Adorei seu blog, deixei nos meus favoritos! parabéns, quando der visite o meu blog http://sofamosidade.blogspot.com, bjs..

  1. Pingback: Melhor que balinha??? | Abraço - abraços e beijos

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